
11.06.08 por Julio Moraes
Ola leitores do InovaVox. Me apresentado, sou Julio Moraes e também dono criador e fundador e único administrador do Juliu’s Pub. Fui convidado [ leia-se intimado ] pelo Sampson a ser um dos colaboradores, sabem como é, empresa crescendo, lucros em alta, novos hábitos ( alguém ai também esta seguindo o quanto Sampson está economizando ultimamente ali na lateral do blog? ), e claro pelo nome do proprio blog, Sampson inovando com novas mentes brilhantes e criativas postando no blog. Ok, ego mode off agora.
Mas vamos ao que interessa, alguém já ouviu falar em New Kids On The Block? Aqueles rapazes que cantavam, ou melhor, cantam Step by Step huu baby, Pois é eis que há a algum tempo já se comenta que esses rapazes dariam as caras por ai com um possível novo single ou até mesmo álbum, mas seria verdade?
Sim, é verdade. - Corre e clica no link la embaixo só estiver com muita curiosidade - E não é que os rapazes ( Er… Senhores? :D ) acabam de lançar seu primeiro mais novo single, algumas curiosidades é quanto ao nome do primeiro single Summertime, mesmo nome da época de lançamento do single nas terras de Tio Sam, na qual adolescentes estão de bobeira por ai. Será que pega esta nova geração digital? Veremos para ver o que acontece. A Universal Music Group lançou ontem oficialmente o novo video desta primeira boy band já resgistrada, então:
Clique aqui e vejo o novo vídeo de New Kids On the Block - Summertime.
Obs: A Universal Music Group ainda não liberou o Embed.
Vou ser justo e dizer que fiz este post ouvindo Step By Step, e derrepente a musica saiu do trash music e tornou-se bem melhor que o novo single. Mas deixando as alfinetadas do lado, vemos no video clip, senhores já com vida definida apenas de volta para uma reunion, algo que não esta dando certo ultimamente. Veja Spice Girls que não saiu do Headlines, ou Backstreet Boys que continuam inconsolaveis. Mesmo assim acredito que seja algo da cultura da década de 80 e 90, tempos de grandes mudanças para o mundo da musica, que persiste em voltar para nunca esquecermos… Algo desta época.
Está decada de 80 foi bem curiosa. Será que Eddie Murphy voltará a arriscar ser vocal novamente? ( é, atrasei um pouco, ele já o fez em Dreamgirls. rs) Vamos então a outro exemplo, já que nesta época muitos atores em ascensão arriscaram lançar o seu álbum solo, Patrick Swayze cantando She’s Like The Wind, um classico cult-trash, talvez poderá voltar também, citaria Will Smith, mas ele foi um dos únicos que realmente teve singles na década de 80 e 90 que atingiu algumas paradas de sucesso.
Para resumir, o novo álbum não promete muito além de matar saudades de fãs, a nova musica é totalmente comercial rush, no melhor estilo de - esqueceremos daqui a alguns meses mas como diria as fãs, step by step será sempre um clássico. Arrisco dizer que muitos fãs não reconheceram o grupo já que mudaram a aparência e para ser justo as vozes de kids para adults resultando em uma mostra de maturidade, mas falta de originalidade que o grupo merecia. Ouça e comente o que achou.
Abraços, até a próxima.
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Lembra do Dominó? Em 1987 eles gravaram uma versão da canção italiana Tutta la vita, de Lucho Dalla. Tô P da vida foi o nome da versão em português, e eu acho que o Dalla não sabia quem iria fazer este cover aqui no Brasil. Ele não teria permitido. A música era pegajosa e qualquer um ficava cantarolando insistentemente, ainda que não gostasse. Eu, com um pouco mais de 10 anos de idade, confesso: preferia No te reprimas, dos Menudos. E pode tirar onda mesmo, eu tinha todos os discos dos “paquitos” de Puerto Rico. Blargh!
Eu nem lembrava que o Gustavo Kuerten era cantor…
24.01.08 por Sampson Moreira
Se você viveu sua infância na década de 80, certamente lembra dos Comandos em Ação. São eles que aparecem aqui através de incríveis ilustrações que serviam de embalagens para os produtos G.I.Joe (nome original do brinquedo).



09.08.07 por Sampson Moreira
Sou filho de ex-funcionário do Banco do Brasil, papai em busca de fazer carreira no banco fez com que nossa família conhecesse todo o sertão pernambucano, cearense e paraibano. A cada dois anos uma transferência, eu gostei demais de todas as mudanças, porém, uma em especial marcou minha infância. Quando papai foi transferido de Piancó, na Paraíba, para Manicoré, no Amazonas, eu não fiz a menor idéia do que isso significaria para mim. Isso foi no final de 1985, eu tinha apenas 8 anos de idade.
Acostumado em ver pouca água no sertão da Paraíba e Pernambuco, fui morar às margens do rio Madeira, bem no meio do Amazonas, em uma cidade distante 390 km da capital Manaus. De barco, levávamos três dias de Manaus para Manicoré, e a volta levávamos 2 dias pois estávamos descendo o rio. Havia a possibilidade de viajar de avião, neste caso em 45 minutos o trajeto era feito, mas, além de caro, dava medo viajar nos aviõezinhos da TABA (Transporte Aéreo da Bacia Amazônica), companhia “carinhosamente” chamada de Transporte Aéreo Bastante Arriscado.

Minhas brincadeiras favoritas no sertão eram brincar de sinuca, atari e odyssey, carrinho a controle remoto, playmobil e acredite! tomar banho de chuva andando de bicicleta, é! no sertão também chove… nem sempre dá para encher os rios, mas garante a diversão da criançada e a safra do milho…
Em Manicoré a coisa era bem diferente, a diversão principal era pescar no rio Madeira escondido de papai e mamãe, pois o rio era cheio de candiru, o “urubu dos rios” adora um buraquinho em seu corpo, ele é carniceiro demais, banho no Madeira era proibido, mas sabe como é criança de 8 anos, odeia chuveiro, mas adora rios e aventuras. Outra diversão era tomar banho no Atininga, um afluente do Madeira, este de águas negras, diferente do primeiro que tem a água barrenta devido a erosão das margens causada pelo desmatamento. No Atininga tinha uma espécie de clube, era um aeroporto flutuante, todo feito em madeira, de aviões que pousam na água, aparentemente abandonado, mas as vezes tinha uns aviõezinhos lá. Íamos com a família e amigos, faziam churrasco de tambaqui e pacu, as vezes tinha uns tracajás na brasa e seus ovinhos com farinha… que maldade… é proibido!!! não sei na época… mas era gostoso. Nós, crianças, não parávamos de tomar banho e comer ingá, cada uma mais carnuda que a outra. Também tinha o balneário Santa Luzia, neste a água também era negra, mas também cristalina pois era raso. Aí a gente brincava com canoa, era uma aventura, a água era geladinha a ponto de gelar uma Ypioca.
Eu tenho muitas histórias pra contar de Manicoré, nem dá pra falar tudo nestas linhas, foram apenas 2 anos vivendo lá, mas pareceram 20! A vida no Amazonas foi intensa, eu não tinha brinquedos hightechs, a diversão era com a natureza, com brinquedos que nós mesmos fazíamos. Na TV, éramos obrigado a assistir a Globo Rio (via parabólica), e nos intervalos a TV Manicoré (risos), SBT não era transmitido (eu nem sabia quem era Silvio Santos). Mas quem ligava pra TV com tanta coisa que a natureza oferecia? Pescaria, roubar manga nos quintais, brincar de baleadeira com bolinhas de barro ou açaí, comer tacacá nas ruas, pescar de voadeira todo sábado e se perder nos afluentes com papai, enfrentar chuvaradas nos rios, tomar banho de chuva todos os dias, sempre as 18h, saborear um guaraná tuchaua, comer pupunha cozida, brincar na beira do rio. Ufa! BOM DEMAIS! Saudade!
Costumo dizer a meus amigos: quer conhecer algo diferente de tudo que você já viu na vida? Quer ter verdadeiros “delírios” visuais sem colocar uma só gota de droga no sangue? Perdeu tudo na vida e não quer morrer de fome? Conheça e viva na Amazônia. Nem carapanã faz você desistir de dormir em uma rede, nem as inúmeras lendas faz você ter medo de lá… Mas estão matando a Amazônia, querem nos tirar a Amazônia… estão querendo comprar!!!?!
O vídeo acima é somente uma ironia? é real? Quer apenas nos alfinetar? Sei que ele abre os olhos de muita gente, mas eu não gostei de ver gringos defendendo nossas riquezas. Deprimente isso! O que nós brasileiros podemos fazer? Será que eu poderei levar a Camila para conhecer Manicoré, sem precisar de visto de turista??? Será que o rio Madeira será navegável? Vai ter floresta pra mostrar pra ela? Boto cor-de-rosa?
Garanto a vocês, tudo que vemos sobre a Amazônia em fotos e vídeos é pouco e não expressa com exatidão o que é tudo aquilo, tem que ser visto de perto para entender. Será que vai dar tempo de você ver?
08.08.07 por Sampson Moreira
A fama de baiano ser preguiçoso não é de hoje… Eu tenho um CD (Cantoria 1), um dos meus preferidos, que tem uma música muito engraçada chamada “Ai d’eu sodade”, o compositor é desconhecido, essa versão cantada por Xangai nesse especial que ele participou junto com Elomar, Geraldo Azevedo e Vital Farias, é sensacional! A primeira vez que eu ouvi, quase desabo de rir. Que me desculpem os baianos que andam por aqui, mas concordo com o historiador ao qual o Xangai se refere na música: ela bem que poderia ser o Hino da Bahia… na beira do mar. Tire a cêra das aruêra e ôve aí!
Ai d’eu Sodade
(Anônimo)Marido se alevanta
e vai armá um mundé
prá pegá u’a paca gorda
prá nois fazê um sarapaté
Aruera é pau pesado
num é minha véa
cai e machuca meu pé
e ai d’eu sodadeIntonce marido
se alevanta
e vai na casa da tua vó buscá
a ispingarda dela
pro cê caçá um mocó
só que no lajedo tem cobra braba
num é minha véa
me morde e fica pió
e ai d’eu sodadeMarido se alevanta
e vai caçá u’a siriema
nois come a carne dela
e faiz u’a bassora das pena
quem me dera tá agora
num é minha véa
nos braço d’uma roxa morena
e ai d’eu sodadeSujeito se alevanta
e vai na casa do venderão
comprá u’a carne gorda
prá nois cumê um pirão
é que eu num tenho mais dinhero
num é minha véa
fiado num compro não
e ai d’eu sodadeMarido se alevanta
e vai na venda do venderin
comprar déis metro de chita
prá fazê ropa pros nossos fiin
aí dent’o tem um cochão véi
num é minha véa
dismancha e faiz u’as carça prá mim
e ai d’eu sodadeDisgramado te alevanta
dexa di cê priguiçoso
o home qui num trabaia
num pode cumê gostoso
é que trabaiá é muito bom
num é minha véa
mais é um poco arriscoso
e ai d’eu sodadeMarido se alevanta
e vem tomá um mingau
qui é prá criá sustança
prá nois fazê um calamengau
brincadera de manhã cedo
num é minha véa
arrisca quebrá o pau
e ai d’eu sodadeMarido seu disgraçado
tu ai de morrê
cachorro ai de ti lati
e urubú ai de ti cumê
se eu sobesse disso tudo
num é minha véa
eu num casava cum ocê
e ai d’eu sodade.
Aê bayas e kk!!! época boa essa! Ai d’eu sodade…
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04.07.07 por Sampson Moreira
Quando eu tinha 8 anos de idade (1985), em Piancó na Paraíba, um amigo meu tinha um carrinho que era guiado a controle remoto, tipo 4×4, e que além de pilha tinha que colocar água como combustível para ele funcionar. Eu ficava sonhando com um daqueles, (qual pirraia não ficaria?) mas valia uma fortuna, e aí já viu, tinha que ficar satisfeito com a ambulância de playmobil que ganhei no natal. Pelo menos tinha a ambulância pra brincar de médico. Lembrei disso porque quando vi esta foto abaixo fiquei matutando: ainda bem que não vi um desses quando era criança. Olha que maravilha!

No primeiro plano um Citroen dos anos 60 e atrás um de 1928. Eles estão em uma exposição no Jewish Museum em Rendsburg, Alemanha. Estes carrinhos foram projetados para crianças e se eu tivesse um desses, lá no sertão da Paraíba, sem dúvida teria arrepiado.
31.05.07 por Sampson Moreira
Eu estava conversando com meu amigo Kike, da Guatemala, sobre as diferenças entre nossos países, cultura, música, idioma etc. Indiquei a ele um vídeo do Paralamas do Sucesso, ele não conhecia… daí fui buscar outros vídeos e deu saudade… é a cara do Brasil.
Viva os 80…
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19.05.07 por Sampson Moreira
Eu tinha três anos e lembro bem… deu saudade…
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