
16.11.08 por Sampson Moreira

Você passa por diversos blogs e vê posts sobre um mesmo assunto mas não para para ler. Mas aí um dia é vencido pela insistência e resolve saber o que tanto as pessoas estão falando sobre aquela pessoa, piada, foto, vídeo ou música. Isso acontece sempre comigo.
Com o vídeo “Star Wars” - an a cappella tribute to John Williams foi assim. Eu via a imagem desse cara e não tinha a mínima vontade de ver o conteúdo do vídeo. Hoje percebi que cheguei atrasado, o vídeo já vai com mais de 2 milhões de visualizações no Youtube. Tudo isso em menos de um mês no ar. E não é por sorte, é porque ele é muito bom, mesmo!
Trata-se de uma homenagem ao compositor americano John Williams, famoso pelas trilhas sonoras que compôs para filmes como ET, Indiana Jones, Superman, Star Wars, Tubarão entre outros. O cara, que faz parte do Grupo de Comédia a Capella Moosebutter, simplesmente juntou vários vídeos onde em cada um deles interpreta as músicas com um tom de voz diferente, fazendo uma espécie de coral formado por uma só pessoa.
Confira o vídeo:
John Williams é o cara!
Letra para acompanhar e MP3 para download (MP3 custa 99 cents).
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Hakani é uma indiazinha brasileira que escapou da morte graças a coragem de seu irmão mais velho. A sua história poderia ser a mesma de diversas crianças indígenas que são enterradas vivas na Amazônia, mas felizmente ela sobreviveu e encontrou uma família que a adotasse, outras crianças nem tiveram quem as defendessem.
“Hakani, Enterrada Viva - A história de uma sobrevivente” é o documentário que conta a jornada dessa pequena garota e denuncia o fato dos direitos da criança e do adolescente não serem aplicados às crianças indígenas.
Sinopse do documentário:

“Ela foi enterrada viva porque seu povo achava que ela não tinha alma. Foi desenterrada por seu irmão no último momento. Depois disso, foi obrigada a viver banida de sua tribo por três longos anos até que a enfermidade e a rejeição a levaram mais uma vez para à beira da morte…
Esta é a história de Hakani, uma das centenas de crianças destinadas a morrer a cada ano entre os mais de 200 povos indígenas brasileiros. Deficiência física ou mental, ser gêmeo ou trigêmeo, nascer de uma relação extra-conjugal - todas essas são consideradas razões válidas para se tirar a vida e de uma criança.
Um número crescente de indígenas estão se levantando para combater essa prática. Mas quando eles procuram ajuda de algumas autoridades brasileiras, eles ouvem que as leis nacionais e internacionais não se aplicam às suas crianças, e que preservar a cultura é mais importante que preservar vidas individuais. Essas atitudes vão claramente contra a Constituição Brasileira e contra a legislação internacional, que declaram que os direitos da criança jamais podem ser sacrificados pelo bem do grupo.
Apresentando sobreviventes do infanticídio, assim como aqueles que os resgataram, Hakani é um documentário dramático que conta a história verdadeira da jornada de uma menina em busca da liberdade e a luta de um povo para encontrar uma voz – uma voz pela vida.”
A seguir, assista o trailer do filme.
Atenção: O vídeo contém cenas de nudez e violência. Pode ser inadequado, dependendo do lugar em que você esteja acessando-o.
Revoltante, não é? Segundo o blog Chiroma, “a Fundação Nacional do Índio (Funai) estuda qual instrumento jurídico vai utilizar para impedir, na justiça, a divulgação do filme Hakani pela internet e emissoras de televisão brasileiras.” Para eles, mais vale preservar a “cultura” de um povo, do que uma vida.
Você deve estar se perguntando se estas fortes imagens são reais. Sobre isso, o site do documentário revela tudo sobre o “Making of”.
“Making Of” de Hakani:
“O filme-documentário HAKANI foi feito em cooperação com dez povos indígenas diferentes. Esta demonstração de união sem precedentes revela a determinação de muitos indígenas que estão lutando para serem ouvidos.
A maioria das crianças que atuam no filme são vítimas que foram resgatadas. Algumas das quais foram literalmente desenterradas por parentes ou vizinhos.
Os adultos que atuam no filme ou são sobreviventes de infanticídio, ou indígenas que salvaram alguma criança que estava destinada à morte.
Nenhuma criança se feriu durante as filmagens. As cenas de enterro, apesar de parecerem reais, foram feitas com truques cinematográficos de Hollywood. O diretor do filme, David L. Cunningham, utilizou bolo de chocolate esfarelado para parecer terra. Uma brincadeira foi feita então, onde as crianças foram convidadas a comer a “terra” de chocolate e então, com truques de fotografia e edição, as cenas de enterro foram produzidas. A criança que interpreta a pequena Hakani bebeu leite com chocolate que imitava uma poça de lama, e comeu balas de goma em formato de minhoca!
A segunda parte do documentário traz depoimentos de indígenas sobres suas terríveis experiências pessoais com infanticídio onde eles pedem que seu povo pare com essa prática.
Ficamos felizes ao receber a notícia através da terapeuta da pequena Hakani sobre o impacto positivo que a realização deste filme teve na vida da menina. Hakani memorizou cada frase do filme e pela primeira vez desde que foi resgatada, passou a falar e a cantar na sua própria língua nativa, a língua Suruwahá!”
Saiba mais sobre o combate ao infanticídio no blog da ONG Atini, Voz Pela Vida. Lá, além de manter-se informado sobre o assunto, você ainda encontra formas de colaborar com a causa defendida por eles: “A defesa do direito das crianças indígenas.”
Onde assistir o documentário?
No site do Hakani. Faça download gratuito do filme ou, se preferir, pode assista lá mesmo.
Fontes:
Posts Relacionados:- Hakani, uma voz pela vida…
- HAKANI - O Possível e O Extraordinário
- Hakani, enterrados vivos - Blog do Chiroma
- Conheça a emocionante história da indiazinha Hakani que já virou filme - Irmaos.com
- Atini - Voz Pela Vida
27.10.08 por Sampson Moreira

Ninja Terminator é uma espetacular história de traição, luxúria e batalha para garantir o poder supremo da técnica ninja. Um clássico do diretor Godfrey Ho, estrelando Richard Harrison. Resumindo: tosco.
Link para ver o vídeo no Youtube: Ninja Terminator Trailer
Ei?!?!? Aquele homem luminoso que aparece de branco no início do vídeo e posteriormente vestido de ninja preto engolidor de espadas, só pode ser o Ney Matogrosso!!! Concorda?
20.10.08 por Sampson Moreira
A galeria de tatuagens que você vai ver a seguir, é de deixar qualquer um admirado. São rostos de astros e estrelas de Hollywood, cantores e cantoras, personagens famosos, entre outras personalidades. Tudo obra do tatuador californiano Mike DeVries. O cara é um artista de mão cheia, e isto você pode comprovar a seguir.
Tatuagem do James Dean:

13.10.08 por Sampson Moreira

Keith Loutit é um fotógrafo australiano pra lá de criativo. Com o intuito de fazer com que as pessoas tenham uma impressão diferente das paisagens conhecidas da cidade de Sidney, ele utiliza diversas técnicas de edição de vídeo, entre elas tilt-shift (técnica que deixa as fotografias parecendo maquetes) e time-lapse (técnica muito usada no cinema, onde um objeto é fotografado em diversos períodos de tempo), transformando paisagens comuns em obras de arte deslumbrantes.
O resultado do trabalho desse cara é simplesmente animal. Ele promete postar todos os seus vídeos em seu blog, o Keith Loutit PhotoBlog. Então, se você gostar do que vai ver a seguir, corra pra assinar o feed.
O vídeo que você vai ver agora foi filmado na praia de Tamarama, Sydney, no primeiro final de semana ensolarado do ano.
Link para assistir no Vimeo: Beached
Veja outros vídeo do mesmo autor (vale MUITO a pena):
- Bathtub II
- Bathtub III
- The North Wind Blew South - Postado há apenas 11 horas.
26.09.08 por Sampson Moreira
Ator de “Borat” é preso após invadir desfile em Milão
O comediante britânico Sacha Baron Cohen, o protagonista do filme “Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América“, invadiu nesta sexta-feira o desfile da estilista espanhola Agatha Ruiz de la Prada na semana de moda de Milão. Ele foi detido e levado a uma delegacia.
Vestido com uma espécie de capa preta, sobre um blusão verde escuro e uma bota na altura da coxa, um homem “agitado como um louco” entrou na passarela, contaram alguns dos presentes.
“Deixem o homem trabalhar!” Ele está apenas gravando seu mais novo longa-metragem, na pele do personagem, Bruno, um estilista de moda. Vamos esperar para ver no que vai dar.
Só não consegui entender ainda como foi que ele entrou no local sem ser percebido, usando toda aquela roupa estranha. Fica com cara de “arrumadinho”, não é?
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Você vai ver agora, se é que não já viu, um belíssimo vídeo clip dirigido pelo cineasta guatemalteco Eduardo Benchoam (foto). A música é em inglês, mas a alma do vídeo é chapin*, mostrando os mais diversos personagens do cotidiano da Cidade da Guatemala, capital da Guatemala (terra do meu amigo blogueiro, Kike). Eles não são atores, são pessoas reais, desde um vendedor de algodão doce, até um fanático por futebol vestido com uma camisa da seleção brasileira. É lindo.
Divirta-se:
O clip foi produzido especialmente para o single Just Like A Drummer, da banda indie inglesa The Wave Pictures. Eduardo Berchoam está de parabéns. O vídeo está de a huevo*!
Posts Relacionados:*chapin = uma maneira para referir-se as coisas e as pessoas da Guatemala. Ex: Músico chapin, artista chapin, etc. É como o nosso “tupiniquim”.
*de a huevo = além de ser o nome do blog onde achei o vídeo, significa “muito legal”, “bacana”, “massa”, “da hora” ou, no popular “DO CARALHO”!. Ex: Este video es de a huevo.
20.09.08 por Sampson Moreira
Animação criada pelo argentino Juan Pablo Zaramella. A freira tenta lutar contra a curiosidade de conhecer o mal de perto.
11.09.08 por Sampson Moreira
Cada vez que alguma coisa faz 20 anos de existência, como foi o caso dos Simpsons no ano passado, aí é que percebo que os anos estão passando e que não sou mais aquele muleque que penso ser. Já tenho quase 31 anos. Mas eu ainda acredito que mesmo após os 80, vou me sentir este mesmo muleque e igualmente me sentirei, momentâneamente, como agora, mais velho ao ver meus netos comentando sobre os 20 anos de algum desenho animado ou série de TV.
Nostalgia é bom. Eu gosto. Mas tô aqui é pra falar do “coisa ruim”, o “boneco do capeta”, o Chucky, o brinquedo assassino. Esse figura, assim como os Simpsons, também está completando 20 anos de existência.
Quando o vi pela primeira vez, acho que aos 11 anos de idade (olha a nostalgia novamente), fiquei feliz. Pois é! Feliz, pois havia sido o primeiro filme de “terror” que não conseguiu me deixar com medo. Mas claro, eu não sabia era que aquilo nunca foi feito para meter medo em alguém. Pelo menos se era, nunca conseguiu. O “carismático” boneco não passou de um eficiente comediante.

Para comemorar data tão importante e o lançamento de um DVD especial, a Fox Films colocou diversos atores vestidos de Chucky para “aterrorizar” a população de Nova York. Uma feliz idéia que animou todos que passavam pelas ruas.

Durante o dia não… mas a noite, se você dá de cara com esse boneco aí, em um beco escuro… F*deu.
Mais fotos e informações sobre esta ação da Fox Films, você vê no Comunicadores.info.
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Esta mesa não é uma simples mesinha. Além de uma utilidade para o lar, ela é uma obra de arte. Inspirada no famoso filme Alien, foi feita utilizando peças automotivas, de bicicletas, ferramentas diversas e sucata.
Todo este trabalho tem um preço salgado, mas que eu ainda considero barato diante de tanto cuidado nos detalhes. Por £500,00 (libras) você leva o alienígena capachão.
Quero uma!
Link: Alien Tables - Neste link tem outra mesa alien. Muito bacana também.
19.08.08 por Sampson Moreira

Cena do filme Monty Python - Em Busca do Cálice Sagrado (Monty Python and the Holy Grail)
Não tem pra Bruce Lee, Chuck Norris, Jackie Chan e nem Didi Mocó (das antigas)! Uma das melhores cenas de luta já feita para o cinema, na minha humilde opinião, é a que o rei Arthur trava contra o Cavaleiro Negro, no filme Monty Python - Em Busca do Cálice Sagrado.

Hoje descobri que não sou o único a pensar desta forma. Não é que fizeram uma homenagem ao valente Cavaleiro Negro do filme!?!? Olha aí o boneco, réplica fiel do personagem. Ele fala e tem os membros removíveis. Simplesmente sensacional. E custa apenas 30 dólares na loja virtual Computer Gear.
Para aqueles que não viram este clássico da comédia inglesa, ou não lembram da cena, vale a pena dar uma olhadinha no trechinho que encontrei no youtube.
Fica aí como sugestão para quem quiser me presentear. Pode ser a mochila também. hahaha
23.07.08 por Sampson Moreira

Joan Planas, videoblogger español, postou em seu blog uma linda cena do filme Luzes da Cidade. O post explicando a genialidade de Charlie Chaplin aplicada a esta cena, ficou tão bacana que achei melhor fazer uma tradução livre de parte do que li por lá, ao invés de apenas colocar o vídeo por aqui.
Charlie Chaplin, como criar um gênio do cinema
Por mais talento que tenha, um artista, como em qualquer outro trabalho, se faz, não se nasce, Chaplin sabia muito bem disso, não perdia a oportunidade para aprender e assim formar-se um grande diretor de cinema, quando era apenas um ator.
No cinema, leva-se muito tempo para pensar o porquê de tudo, para que tudo tenha sentido. Se dois personagens têm que se conhecer, há que se pensar porque em um lugar e não em outro, que roupa, que cenário, que palavras, e Chaplin era muito consciente disto.
Para rodar um encontro de “Luzes da Cidade”, Chaplin necessitou de várias semanas de trabalho, já que ele sabia que teria que apresentar duas situações delicadas de uma só vez: Carlitos, o vagabundo, teria que perceber que a florista era cega, e ela, por sua vez, confundi-lo com um milionário.
As tentativas de apresentar este encontro não ocorriam da forma ideal. Segundo informações da produção do filme, quando Chaplin finalmente concluiu a seqüência, já se passavam três meses de rodagem.
Tanto tempo para se gravar uma cena valeu a pena. Veja o resultado:
Os bastidores de um filme nada tem a ver com o que imaginamos ao vê-lo, assim como o que há por trás dos gênios. Eles não nasceram com a genialidade e nem tudo aconteceu como um passe de mágica.
Bateu uma saudade de ver os filmes de Carlitos. Sábado vou assistir O Garoto e Vida de Cachorro. São dois dos meus preferidos.
05.07.08 por Sampson Moreira
Superar as adversidades. Este também é o recado do vídeo abaixo. O recado principal é a falta de atenção das autoridades ao grave problema da AIDS em Moçambique.
Confira, é lindo.
Assim como o vídeo do post anterior, este faz parte do Pangea Day, evento que utiliza o poder do cinema para reforçar a tolerância e compaixão, e ao mesmo tempo unir milhões de pessoas para a construção de um futuro melhor.
O Pangea Day aconteceu no último 10 de maio, portanto estou com alguns meses de atraso ao falar sobre o assunto. Mas valeu pelos filmes e vale a pena ver outros através deste link. São sensacionais.
(Tem gente que leu o título e pensou que eu falava de um dos dois Ronaldos - Fenômeno e Gaúcho)
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Quer escutar uma trilha sonora que vai arrepiar até os últimos cabelos do teu corpo? Gosta de Soul? Então, compre a trilha sonora do filme DreamGirls.
Estava escutando agora a música: And I am Telling You I’m Not Going por Jennifer Hudson e os pelos do meu braço quase caíram do corpo [...]. Primeiro: o filme é sensacional (não tive a oportunidade de ver ele todo). Segundo: Beyoncé + James Foxx + Eddie Murph + Jennifer Hudson num filme só vale os 2 oscars e os 3 globos de ouro que o filme ganhou.
A trilha sonora é realmente espetacular, nunca em minha vida (16 anos), tive a chance de escutar tanta música boa em um só CD
Eu não achei no site da Livaria Cultura mas, no Submarino. Porém, se vocês encontrarem mais barato, compartilhem conosco :-)
Escrevendo o post escutando: Jennifer Hudson - I am Changing
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O filme, que para alguns pode ser monótono e sem sentido, na verdade é uma obra-prima. Mesmo que, ele seja meio cansativo, o seu roteiro foi um dos mais bem produzidos e a atuação é nada mais nada menos que o astro James Franco (de Spider-Man) que, não só atuou como também produziu, dirigiu e criou o roteiro. Ele (James Franco) faz o papel de Harry, um jovem que todos acreditam que ele será um grande escritor (ele mesmo também acredita) e, para fugir da sua casa barulhenta e estressante ele resolve alugar um apartamento em uma vizinha bem tranqüila. Isso, até ele descobrir que além do apartamento, uma “coisa” veio a mais: um macaco…
O rumo que a história leva é o mais interessante e, sem dúvida, surpreendente. Muitos vão achar o final, algo sem sentido mas, façam uma forcinha e vocês perceberão que o final é algo fantástico e criativo. Mas, o desenrolar da história não é apenas o final, as partes interessantes são quando: ele acha que sua mulher está tendo um caso com seu professor de arte e, resolve ‘transar’ com a sua chefe, quando ele descobre a verdade sobre o macaco e, quando por ciúmes ele perde seu amor.
Eu não posso falar que o filme é uma comédia. Existem comédias românticas, comédias dramáticas, filmes românticos com um pouco de comédia e filmes dramáticos com um pouco de comédia, no caso, o filme é esse último.
Para quem acha que vai rir do começo ao fim, como Agente 86 é melhor nem alugar o filme. Para quem quer um filme inteligente para pessoas inteligente, corra na locadora (ou alugue pela Internet). Resumindo, o filme pra mim, é uma obra-prima.
Título no Brasil: Eu, Eu Mesmo e o Macaco
Título Original: The Ape (O Macaco)
Elenco:
Roteiro: James Franco e Merriwether Williams
Duração: 90 minutos
Direção: James Franco
Mais informações: The Ape (2005) - IMDB
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